A FARSA DA RESIGNAÇÃO: PORQUE A MISÉRIA NUNCA FOI VONTADE DE DEUS
A Farsa da Resignação: Por que a Miséria nunca foi Vontade de Deus
Para compreender a verdadeira espiritualidade, devemos primeiro identificar a distinção fundamental entre a escolha pessoal do mestre e a imposição social do sistema.
1. A Escolha: O Caminho do Mestre
No Hinduísmo, temos os exemplos de Sri Ramana Maharshi e Sri Ramakrishna; no Cristianismo, o exemplo do Senhor Jesus e de São Francisco de Assis. Para eles, a pobreza era uma escolha radical e ativa, uma forma extrema de Yoga de Renúncia (Sannyasa).
Ato de Poder, Não de Passividade: Eles se despojaram de bens materiais para provar — para si mesmos e para o mundo — que a verdadeira segurança não reside no trabalho ou no dinheiro, mas no Ser (Consciência). Eles trocavam o trabalho material pelo trabalho espiritual (serviço e ensino).
Fundado na Dignidade: Esses mestres nunca perderam a dignidade. Eles eram respeitados pela comunidade porque ofereciam um bem mais alto e viviam baseados na Graça e na partilha, não na humilhação.
2. A Imposição: A Corrupção do Sistema
A ideia de que uma pessoa deve aceitar a miséria sem dignidade como se fosse "vontade de Deus" ou "consequência do karma" é uma distorção perversa da espiritualidade.
Ferramenta de Dominação: O padrão imperialista colonizador e o "padrão ariano de dominação" impõem doutrinas que justificam a injustiça. Elas são usadas por elites religiosas para manter os vulneráveis submissos, dizendo, na prática: "Sua miséria é sua culpa; aceite-a para não atrapalhar a nossa ordem".
O Karma Distorcido: O conceito de Karma não é um peso do passado; é, acima de tudo, a Ação no Presente (Karma Yoga). O verdadeiro Karma Yoga exige que a pessoa e a comunidade trabalhem ativamente para aliviar o sofrimento, buscar a dignidade e promover a justiça.
A Verdadeira Vontade de Deus: Na mensagem pura de Jesus e de Francisco de Assis, a vontade de Deus é a Dignidade e o Amor ao Próximo. Nunca é a humilhação passiva. O apelo dos profetas é sempre pela justiça social e pela condenação dos poderosos que oprimem os fracos.
Conclusão:
Recuse-se a aceitar essa passividade fatalista. Siga o Caminho do Bem em sua forma mais autêntica e ética. A verdadeira espiritualidade deve levar à libertação e à dignidade, nunca à resignação na miséria.
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