UM DEUS QUE AMA E RESPEITA SEUS FILHOS - FILOSOFIA SAIVA SIDDHANTA
Um Deus que é Pai, Ama e Respeita Seus Filhos e Filhas
Crescemos acreditando em um Deus que rejeita toda a sua criação e aceita somente um povo, e mesmo assim, exige ser adorado e obedecido por esse povo, ameaçando as pessoas de punições terríveis e de uma morte cruel.
Infelizmente, ao invés de trazer a paz sobre a Terra, trouxe preconceitos, ódio, intolerância e a violência. A morte e a maldade dominaram o planeta, bem como a destruição da natureza, praticada por criaturas que se acham superiores à Obra Divina.
Muitas pessoas se entregaram a baixa autoestima de pecadores, como se fossem imerecedores do amor de um Deus que não se importa em ser amado, quer ser desesperadamente adorado e mais nada.
Outras pessoas deixaram de acreditar que Deus exista, pensam que se Deus existisse, não existiria tanta maldade.
O fato é que Deus existe, mas é Deus do Universo, não é Deus de um povo só.
Deus é auto existente e auto suficiente, Ele é completo em si mesmo e não tem necessidades. Deus não tem necessidade de ser adorado ou de ser obedecido, Ele sabe quem Ele é, e é seguro de Si mesmo.
Deus não precisa de um povo especial, de religiões, de profetas ou de líderes. Deus não precisa de nada e de ninguém, Ele é o Supremo Senhor do Universo.
Até aqui, falamos do conceito de Deus, termo que existe na mentalidade humana, mas não existe na mente do Altíssimo, porque o objetivo Dele não é ser Deus (um conceito humano), o objetivo Dele é ser o que Ele é e sempre será: Pai.
O Pai é a Origem de Todas as Coisas e a Fonte da Todas as Vidas, é Pai de humanos, Pai de animais e Pai dos vegetais. Ele é Pati (sânscrito), Abba Pai (aramaico falado pelo Senhor Jesus), ou seja, Ele é nosso Papai, Papaizinho.
Pati é puro e inocente. Pati é o Sumo bem eterno. Pati é a infinita compaixão, Ele é o Benevolente. Pati é a própria humildade. Pati é essencialmente o Amor.
Pati é justo sim, Ele mesmo gerou o sistema no qual cada um colhe o que planta, e Ele não se interfere no plantio ou na colheita.
Pati não exige nada de ninguém, aprecia ser amado espontaneamente, não por imposição.
Aos que o buscam, aos que o amam, Ele ensina, orienta e educa, mas sempre respeitando as limitações de seus filhos, nunca forçando o amadurecimento humano ou espiritual das pessoas. Ele respeita as condições físicas, mentais, espirituais, culturais e sociais de cada ser existente.
Os que não o buscam, Ele os espera até que decidam buscá-lo, porque Pati jamais força uma de suas criancinhas.
Pati respeita a individualidade e a Consciência de cada pessoa, entende que cada uma delas enfrenta condições mentais, e psicológicas diferentes, observa que cada uma possui suas próprias limitações, capacidades e habilidades. Ele sabe que muitas mal sabem ler e compreender a vida ao seu redor e que nenhum de nós pode conhecer com exatidão a nós mesmos ou sermos perfeitos por esforço próprio.
Um Pai que realmente é Pai, não exige de um filho que tem problemas para aprender, o mesmo que exige de um filho superdotado. Não exige de uma criança, a experiência de vida de um jovem, de um adulto ou de um idoso. Não exige de um filho traumatizado, o mesmo que exige de outros que nunca enfrentaram traumas. Não exige de um filho indígena ou mesmo que um cientista da NASA.
O Pai não é um Deus insensato, desconhecedor da fragilidade de seres que nem mesmo sabem se estarão vivos algumas horas depois.
A espiritualidade não é coletiva, não somos produtos rotulados na prateleira de um mercado cósmico. O Pai se relaciona individualmente com cada ser, e não através de grupos e organizações.
É sobre o Todo-Amor que o Saiva Siddhanta fala, o Papaizinho e toda a sua doçura e carinho. Sim, é sobre Shiva, o Benevolente. O destruidor da ignorância e do medo. Aquele que traz o amor, a humildade, a compaixão, o perdão e o carinho. Aquele que dá a Paz.
Aquele que caminha descalço entre todas as suas criaturas, e por toda magnífica obra gerada pela energia de seu próprio Ser.
Aquele que se revela pessoalmente, face a face, aos filhos e filhas que por escolha própria decidiram ser a imagem e semelhança de suas virtudes, suas qualidades divinas. Aqueles que abriram mão do egoísmo, do separatismo, e que desejam de coração ser tão puros, inocentes, amorosos e doces, como Papaizinho.
Shiva a quem nos referimos é o mesmo Pati do Saiva Siddhanta do povo tâmil, não é o Shiva da Trindade do Hinduísmo.
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Nossa caminhada é fruto de décadas de estudos acadêmicos em teologia e filosofia. Desejamos ajudar as pessoas a entender que Deus é puro, inocente, que realmente ama todas as pessoas e formas de vida. Deus é o próprio Amor, é impossível que o Pai cause qualquer sofrimento a qualquer forma de vida existente. Deus é o Sumo bem eterno. Anbe Sivam (Deus é AMOR).
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